terça-feira, 16 de novembro de 2010

Prefeitura de Santana de Parnaíba instala 15 abrigos de ônibus no bairro Tamboré.


A instalação dos novos abrigos visa atender o aumento da demanda local, provocada pelo grande desenvolvimento ocorrido, na região, nos últimos anos e foi solicitada pela indicação de número 163/10 da Vereadora Maria Helena.

Preocupada com o conforto da população que utiliza transporte público regularmente, a Prefeitura de Santana de Parnaíba tem implantado abrigos de ônibus em diversos pontos da cidade. A ação mais recente acontece na Avenida Marcos Penteado de Ulhôa Rodrigues, no bairro do Tamboré atendendo a indicação 163/10 datada de 04 de fevereiro de 2010.

No local, a Prefeitura instalou um total de 15 abrigos de ônibus de estrutura metálica, nos dois lados da avenida. Outra via que também foi beneficiada foi a Avenida Yojiro Takaoka, que recebeu um abrigo em frente à Universidade Paulista (UNIP).

Com as novas coberturas, as pessoas terão maior tranqüilidade enquanto aguardam seus ônibus. Além de poderem se sentar, uma vez que cada abrigo oferece cerca de quatro a oito assentos, elas também estarão protegidas nos dias de forte sol ou chuva.

Com mais esta ação a Vereadora Maria Helena vem cumprindo os objetivos de seu mandato dentre eles, o de trabalhar para a região de Alphaville Tamboré.

A indicação na íntegra:


INDICAÇÃO Nº 163/2010


Indico ao Exmo. Senhor Prefeito Municipal Dr. Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli, a possibilidade de designar ao setor competente, providências no sentido de instalar abrigos em todos os pontos de ônibus instalados ao longo da Avenida Marcos Penteado Ulhôa Rodrigues.

JUSTIFICATIVA

A presente propositura tem por objetivo proteger os munícipes das intempéries, uma vez que não há na referida avenida nenhum local onde possam se proteger.

Plenário Antonio Branco, 04 de fevereiro de 2010.


Maria Helena Arruda Santos
Vereadora - DEM

Conselho entregará documento sobre mudança climática para presidente eleita.


O Consea (Conselho Nacional de Segurança Alimentar), formado por membros da sociedade civil e do governo, deverá formular, até março do próximo ano, uma minuta com diagnósticos e sugestões sobre como enfrentar os efeitos das mudanças climáticas nas populações mais vulneráveis.

O documento será entregue ao governo de Dilma Rousseff e terá como base as discussões do seminário Mudanças Climáticas: Adaptações e Vulnerabilidades, que encerrou na última sexta-feira na sede do conselho, em Brasília.

Segundo a coordenadora do grupo de trabalho Mudança Climática, Pobreza e Desigualdade, do Consea, Gleyse Peiter, o objetivo dessas discussões é criar uma ação paralela ao debate global sobre a alteração do clima, que vise o atendimento direto à população que já está sofrendo os efeitos.

"A gente está falando que quem precisa se adaptar são as populações vulneráveis. Então, se adaptar é mudar a condição delas para que elas não sofram esses efeitos. Não estamos falando de se acostumar e, sim, de mudar visando a nova condição climática", explica a coordenadora.

Segundo ela, a minuta que será entregue à Casa Civil do próximo governo trará diagnósticos, diretrizes e objetivos, com sugestões concretas de como atender a população. Ao todo, nove setores foram discutidos no seminário e serão abordados no documento: desenvolvimentos agrário, social e urbano, segurança alimentar e hídrica, trabalho, educação, saúde e prevenção de desastres.

"No caso das enchentes, por exemplo, a gente já sabe que virão doenças em seguida, como leptospirose. Então, se preparar para elas é estar adaptado. Assim como promover uma boa educação ambiental", esclarece Gleyse.

Além da adaptação, a minuta tratará também de ações de prevenção e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. As políticas públicas sugeridas pelo Consea devem fazer parte, no futuro, de um Plano Nacional de Adaptação às Mudanças Climáticas, que tratará do assunto de forma mais profunda e ampla

"Garimpeiros urbanos" buscam ouro no lixo eletrônico


Melhores tecnologias e regras ambientais mais exigentes reduziram o ciclo de vida de muitos aparelhos eletrônicos --e geraram uma indústria de lixo eletrônico que deve triplicar para US$ 15 bilhões nos próximos cinco anos.

Para as maiores empresas de gestão de resíduos --Waste Management, Waste Connections, Republic Services e IESI-BFC--o lixo eletrônico é apenas uma fração dos resíduos sólidos com que lidam.

Mas muitas estão se esforçando para crescer no setor.

"É uma parte pequena do negócio, mas pode crescer ao longo do tempo", disse o analista da Morningstar Bradley Meeks.

A Waste Management, maior empresa do setor nos EUA, opera 200 centros de coleta de reciclagem de produtos eletrônico e planeja ter pontos de coleta em todo o país. Dos 8 centros que opera, três vêm de aquisições da companhia.

"Esperamos crescer ativamente neste setor e continuamos avaliando ambas as oportunidades orgânicas e de aquisição", disse o vice-presidente de reciclagem e marketing da Waste Management, Matt Coz.

Neste momento em que a China --que produz mais de 90% dos metais de terras-raras do mundo, usados em lasers, supercondutores, computadores e muito mais-- tem dificultado acordos sobre exportações, aumentou o interesse pela extração de metais preciosos de lixo eletrônico --algo conhecido como garimpo urbano.

Metais recuperados do lixo eletrônico cão desde ouro, prata, cobre e alumínio até metais mais raros, como platina, gálio, índio e paládio.

Os metais mais preciosos são encontrados em CPUs, celulares e servidores, segundo John Shegerian, presidente-executivo da Electronic Recyclers International, uma das maiores recicladoras privadas de produtos eletrônicos.

Fonte: Folhaonline

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Amazônia pode virar savana se estiagens persistirem, alertam pesquisadores.

Uma sucessão de secas como a de 2010 seria capaz de transformar a porção sudeste da Amazônia em savana. A conclusão é de uma dupla de pesquisadores do Brasil e da Colômbia, que calculou pela primeira vez qual é a redução na quantidade de chuvas necessária para desestabilizar a floresta.

Como tudo o mais que envolve efeitos do aquecimento global sobre os ecossistemas, a conta não é simples e envolve várias interações. Mas Luis Fernando Salazar, da Universidade Industrial de Santander (na Colômbia), e Carlos Nobre, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), estimam que reduções de precipitação de 35% no sudeste da Amazônia e de 40% no nordeste bastariam para ampliar a estação seca (o "verão" amazônico) para quatro meses, transformando a vegetação em savana.

Mais de 70% do desmatamento amazônico vira lixo
Na Amazônia, floresta alugada começa a dar madeira
Emissões brasileiras de gases estufa aumentaram cerca de 60% entre 1990 e 2005

Num cenário futuro de aquecimento da Terra, no qual as temperaturas médias amazônicas subissem 4ºC, tal redução de chuvas é perfeitamente plausível. Basta lembrar que as secas prolongadas de 2005 e deste ano viram reduções tão grandes ou maiores do que essas. "É como se no futuro o que aconteceu neste ano de 2010 passe a ser o padrão", disse Nobre à Folha.



Leito do rio Negro nas últimas semanas; seca deste ano que afeta a região amazônica é uma das maiores da história
EFEITO CO2

Em um estudo publicado no periódico científico "Geophysical Research Letters", a dupla de pesquisadores usa um modelo computacional de clima e vegetação e analisa a resposta da floresta a diferentes níveis de temperatura e precipitação. Mas, claro, num mundo aquecido não são apenas temperatura e chuva que variam: um dado que estudos do tipo ainda não haviam computado, é o efeito do CO2 a mais sobre a floresta.

O gás carbônico, como qualquer criança sabe, é fundamental para a fotossíntese. Ao mesmo tempo em que ajudam a esquentar o planeta, as emissões humanas do gás fertilizam as plantas.

O problema, conta Nobre, é que ninguém sabe qual é o efeito de fertilização do gás sobre a floresta amazônica."O ponto de não-retorno depende do efeito de fertilização", diz o pesquisador. "E os dados não nos permitem dizer que seja zero."

Ele e Salazar, então, montaram três cenários de resposta da floresta: um com zero fertilização, outro no qual o efeito é 100% (também improvável) e um intermediário, com fertilização de 25%.

No cenário intermediário, o aumento de temperatura de 4ºC e uma redução de 35% nas chuvas transformariam todo o sudeste amazônico numa savana empobrecida.
O efeito é máximo no sudeste (sul do Pará, Tocantins e Mato Grosso) e mínimo no noroeste (Amazonas). "Lá chove quatro metros por ano, se cair para dois metros ainda dá para sustentar uma floresta", diz Carlos Nobre.

"Mesmo que a temperatura suba 7ºC, o efeito do CO2 compensaria esse aumento", afirma o cientista.

Após aumento no valor da multa, cresce descarte regular de entulho em SP.

Nos três primeiros meses de vigor do aumento da multa para descarte irregular de entulho na cidade de São Paulo, os ecopontos da prefeitura receberam quase a mesma quantidade de material recolhido nos sete meses anteriores. De acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira pela Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, foi recebida uma média de 5.200 toneladas por mês --o que representa 93% de tudo o que foi recolhido nos outros sete meses.

Multa por descarte ilegal faz ecopontos dobrarem recebimento
Homem é multado em R$ 12 mil por descarte de entulho
São Paulo tem 5.000 caçambas espalhadas pelas ruas

A multa para o descarte irregular era de R$ 500 e foi aumentada para R$ 12 mil em julho. Além da multa, a nova lei prevê que o veículo utilizado para transportar o lixo pode ser apreendido e liberado somente após o pagamento integral.



O balanço divulgado hoje aponta também um aumento de 54% na entrega de materiais inservíveis na cidade. Em setembro, foi divulgado que o o número de caçambas recolhidas por mês subiu de 300 para 650, em média.

A prefeitura conta atualmente com 38 ecopontos espalhados pela cidade. As pessoas podem deixar, diariamente, até um metro cúbico de entulho por dia (corresponde a uma caixa d'água de mil litros), além de grandes objetos (móveis, poda de árvores etc.) e resíduos recicláveis

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Portanto, agora é Dilma.

Com a exceção do "quebra-molas" que acabou levando a eleição presidencial para o segundo turno, a vitória de Dilma Rousseff foi conduzida com grande perícia pelo regente de todo o processo: o presidente Lula.

É até uma ironia que a imposição da segunda rodada tenha sido motivada, em alguma medida, pelo caso de Erenice Guerra na Casa Civil. Afinal, a escolha da sucessora-problema para o cargo foi obra de Dilma, não de Lula.

Não são poucas as vitórias obtidas pelo presidente ao fim do processo eleitoral e de quase oito anos de governo.
Nem desprezíveis, mas perfeitamente contornáveis, os riscos assumidos pelo governo na economia para que o presidente fizesse de "um poste" o seu sucessor.

Lula elegeu Dilma. PT e coligados, a maioria no Congresso. O presidente deve deixar o cargo como o mais bem avaliado no período pós redemocratização e é respeitado internacionalmente.

Há quase 25 anos o Brasil não crescia como deve crescer em 2010. Em oito anos, foram 15 milhões de empregos formais e, o mais significativo, 32 milhões de pessoas (quase meia França) ascenderam às classes A, B e C.

Isso é passado. Mas Lula também deixa perspectivas.



Na média de seus dois mandatos, o país terá crescido 4% ao ano. Se (e esse é um grande "se") Dilma conseguir puxar essa taxa para 5% ao ano, o Brasil poderá tirar mais 36 milhões da miséria até 2014 (completando a parte da "França" que falta).

Mas Lula e Dilma nunca deram o braço a torcer nem reconheceram as bases sobre as quais construíram as realizações que agora mantêm o PT na Presidência. O Plano Real de FHC foi apenas a primeira delas.

As privatizações e as concessões do governo anterior, que Serra escondeu na campanha, dinamizaram vários setores, como os de telecomunicações, mineração, gás e o do próprio petróleo.

Dilma foi eleita com um viés mais estatizante. No discurso eleitoral, a presidente eleita ficou mais à esquerda do que o próprio Lula.

O presidente é um convertido ao mercado desde 2002. Foi especialmente por meio do capital privado que ele turbinou a economia.

Basta lembrar que, até a crise de 2008/2009, a taxa de investimentos privados (que garantem o crescimento sem inflação) se aproximava de patamares inéditos.

Já o setor público, apesar de todo o discurso dilmista de "Estado forte", investe uma ninharia. Ao contrário, apenas gasta. E mal.

Ontem, após votar, Lula delineou seu papel a partir de 1º de janeiro: "Vou ter muitas tarefas. Mas a última coisa que eu quero é ter tarefas dentro do governo. No dia 1º eu desembarco. E ela [Dilma] continua tocando".

Portanto, agora é Dilma.

Não são injustificadas as apreensões de quem produz, investe e paga impostos com os rumos do gasto público após essa troca de comando.

Fonte: Folha de São Paulo
Texto: Fernando Cazian

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Santana de Parnaíba adere ao Movimento Outubro Rosa.

A Vereadora por Santana de Parnaíba Maria Helena anunciou em evento ocorrido ontem, 26 de outubro, no espaço Personal Party em Alphaville que o município passa a integrar o movimento mundial Outubro Rosa de conscientização ao câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade.



Em Santana de Parnaíba, após ser procurada por Lusmar Cavalcante que já realiza o movimento em Araçariguama, a Vereadora Maria Helena além de envolver sua equipe de gabinete para a realização do evento e a iluminação de pontos relevantes, também entrou com um projeto de emenda a lei número 2338/02 alterando sua redação e instituindo no município o Outubro Rosa como parte do calendário anual de eventos do município.

O Secretário Municipal de Saúde, Doutor Tales que representou o Prefeito Silvinho Peccioli elogiou a iniciativa da Vereadora Maria Helena e disse ser importante este tipo de movimento pois, os equipamentos e o corpo clínico de nada adiantam se as mulheres não fizerem uso de seu direito, ressaltou ainda a preocupação do senhor prefeito que não mede esforços para que uma vez diagnosticado, o câncer seja tratado imediatamente chegando à menos de 30 dias entre o diagnóstico e a intervenção cirúrgica aumentando muito as chances de cura com a precocidade dos resultados.

Segundo o Doutor Luiz Salvoni que fez uma palestra sobre o tema, hoje, a cada ano, 8 milhões de pessoas em todo planeta recebem diagnóstico de câncer de mama. Além disso, uma em cada três mulheres teve, tem ou terá algum tipo de câncer em sua vida e, dessas, uma em cada 10 desenvolverá câncer de mama.

No Brasil, 10 mil mulheres morrem em decorrência do câncer de mama por ano. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que são 49 mil casos por ano, o que seria equivalente a 134 novos casos por dia e cinco novos casos por hora. As informações e a divulgação das novidades sobre o tema podem significar o diagnóstico e o tratamento precoce dessas mulheres.

Para chamar a atenção sobre o problema, foram iluminados de rosa a Ponte Harbor (Sidney – Austrália), a Torre de Tokyo (Japão), o Arco Constantine (Roma) e as Cataratas do Niágara (Canadá).

No Brasil, além da Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Cristo Redentor, Teatro Ópera de Arame, Farol da Barra , Memorial JK, participam do alerta.

Em Santana de Parnaíba o monumento às Bandeiras, a Igreja Bom Pastor e alguns residenciais e condomínios também foram iluminados.

Para o próximo ano faremos diversos eventos no decorrer do mês de outubro, teremos um ano para prepará-los e oferece-los a todas as mulheres de Santana de Parnaíba, vamos vencer a luta contra o câncer de mama, finalizou a Vereadora Maria Helena.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Câncer de Mama

Todo câncer se caracteriza por um crescimento rápido e desordenado do número de células, que adquirem a capacidade de se espalhar para outras partes do corpo. O câncer também é comumente chamado de neoplasia ou tumor maligno.


O câncer de mama, como o próprio nome diz, afeta as mamas, que são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. É o tumor maligno mais comum em mulheres e o que mais leva as brasileiras à morte, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

No Brasil, são cerca de 49 mil novos casos de câncer de mama em mulheres por ano, e esse número vem aumentando nas últimas décadas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O câncer de mama também pode ocorrer em homens, mas em número muito menor.

O câncer de mama é relativamente raro antes dos 35 anos, mas acima dessa idade sua incidência cresce rápida e progressivamente. É importante lembrar que nem todo tumor na mama é maligno. A maioria dos nódulos (ou caroços) detectados na mama é benigna, mas isso só pode ser confirmado por meio de exames.

Quando diagnosticado e tratado ainda em fase inicial, isto é, quando o nódulo é menor que 1 centímetro, as chances de cura do câncer de mama chegam a até 95%. Tumores desse tamanho são pequenos demais para ser detectados por palpação, mas são visíveis na mamografia. Por isso é fundamental que toda mulher faça uma mamografia por ano a partir dos 40 anos.



FATORES DE RISCO
O câncer de mama - e o câncer de forma geral - não tem uma causa única. Seu desenvolvimento deve ser compreendido em função de uma série de fatores de risco, alguns deles modificáveis, outros não.

O histórico familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama. Mulheres com parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) que tiveram a doença antes dos 50 anos podem ser mais vulneráveis. No entanto, o fator hereditário explica apenas 10% dos casos de câncer de mama.

Entre outros fatores de risco não modificáveis estão o aumento da idade, a menarca (idade da primeira menstruação) precoce, a menopausa tardia, nunca ter engravidado ou ter tido o primeiro filho depois dos 30 anos.

Já os fatores de risco modificáveis bem conhecidos até o momento estão relacionados ao estilo de vida, como o excesso de peso e a ingestão regular (mesmo que moderada) de álcool. Alterá-los, portanto, diminui o risco de desenvolver a doença. No entanto, a adoção de um estilo de vida saudável nunca deve excluir as consultas periódicas ao ginecologista, que incluem a mamografia anual a partir dos 40 anos.

Detecção Precoce

O câncer de mama é uma doença grave, mas que pode ser curada. Quanto mais cedo ele for detectado, mais fácil será curá-lo

Se no momento do diagnóstico o tumor tiver menos de 1 centímetro (estágio inicial), as chances de cura chegam a 95%. Quanto maior o tumor, menor a probabilidade de vencer a doença. A detecção precoce é, portanto, uma estratégia fundamental na luta contra o câncer de mama.

Se a detecção precoce é a melhor estratégia, a principal arma para sair vitoriosa dessa luta é a mamografia, realizada uma vez por ano em toda mulher com 40 anos ou mais. É a partir dessa idade que o risco da doença começa a aumentar significativamente.

A mamografia é o único exame diagnóstico capaz de detectar o câncer de mama quando ele ainda tem menos de 1 centímetro. Com esse tamanho, o nódulo ainda não pode ser palpado. Mas é com esse tamanho que ele pode ser curado em até 95% dos casos.

AUTOEXAME
Durante muito tempo, as campanhas de conscientização para o câncer de mama divulgaram a ideia de que o autoexame das mamas, baseado na palpação, era a melhor forma para detectá-lo precocemente. Mas o tempo passou, a medicina evoluiu e as recomendações mudaram.

O autoexame continua sendo importante - mas de forma secundária. Quando o tumor atinge o tamanho suficiente para ser palpado, já não está mais no estágio inicial, e as chances de cura não são máximas.

Infelizmente, ainda há muita desinformação no Brasil. Uma pesquisa realizada em 2008 pelo Datafolha a pedido da Femama revelou que para 82% das mulheres o autoexame é a principal forma de diagnóstico precoce. Apenas 35% apontaram a mamografia.

A incidência do câncer de mama vem crescendo no mundo todo, mas, quando se trata do número de mortes causadas pela doença, as tendências variam. Em países desenvolvidos, a mortalidade vem caindo lentamente, ao passo que nos países em desenvolvimento, como o Brasil, registra-se um gradativo aumento.

Pelo menos parte dessa diferença se deve ao diagnóstico precoce, ainda precário no nosso país. Entre 1999 e 2003, quase metade dos casos de câncer de mama foram diagnosticados em estágios avançados, segundo estudo do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Especialistas estimam que mortalidade por câncer de mama em mulheres entre 50 e 69 anos poderia ser reduzida em um terço se todas as brasileiras fossem submetidas à mamografia uma vez por ano.

DIREITO DE TODAS
O Brasil é um país de desigualdades, que são ainda mais evidentes na assistência à saúde. O acesso à mamografia é um exemplo típico, infelizmente. O número de brasileiras que realizam o exame anualmente ainda é muito baixo. As que dispõem de planos de saúde privados têm mais facilidade, mas representam uma pequena parcela da população. A grande maioria depende do Sistema Único de Saúde, em que as dificuldades são bem conhecidas, havendo muitas diferenças de região para região.

Até recentemente, o Ministério da Saúde recomendava que a mamografia anual fosse realizada em mulheres pelo SUS a partir de 50 anos. Mas esse limite de idade mudou com a efetivação da Lei Federal nº 11.664/2008, em vigor a partir de 29 de abril de 2009, garantindo o benefício a partir dos 40 anos.

A Lei Federal nº 11.664/2008 foi uma conquista da Femama e representa um grande avanço na luta contra do câncer de mama. No entanto, ela precisa ser colocada em prática de norte a sul do País, e sem a pressão da sociedade isso pode levar muito tempo, pois são conhecidos os problemas de infraestrutura e de profissionais especializados para atender a essa demanda.

SELO DE QUALIDADE
Outro problema que prejudica a detecção precoce do câncer de mama é a má qualidade das mamografias feitas no País. Numa pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), 77% dos exames foram rejeitados por problemas técnicos relacionados à qualidade da imagem, ao posicionamento incorreto das pacientes e ao uso inadequado dos equipamentos. O resultado é, além de tumores que passam despercebidos e de biópsias desnecessárias, o grande número de mamografias que precisam ser refeitas.

Para combater o problema, o Colégio Brasileiro de Radiologia, em parceria com o Inca e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), criou, em 2005, um programa de certificação de mamógrafos, que conta com o apoio da Femama e do Instituto Avon.

Os mamógrafos certificados contam com um selo de qualidade, mas eles ainda são minoria. Até o fim de 2008 eram pouco mais de 400, de um total de cerca de 2,4 mil em todo o País. É importante que tantos os médicos quanto as pacientes procurem saber se os mamógrafos dos serviços utilizados têm o selo de qualidade.


Diagnóstico positivo

O câncer de mama pode se manifestar de diversas formas, e conhecer seus principais tipos ajuda a compreender os diferentes tratamentos prescritos pelos médicos. O diagnóstico positivo é sempre uma notícia impactante, mas é importante estar bem informada para conversar com o oncologista sobre as opções de terapias disponíveis e mais apropriadas para o seu caso


CARCINOMA DUCTAL E LOBULAR

As mamas são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários. A principal classificação do câncer de mama diz respeito à estrutura em que se originou o tumor.

O tipo mais comum é chamado carcinoma ductal, porque se origina nas células dos ductos mamários. Ele pode ser in situ, quando se restringe às células desses ductos, ou invasor, quando se dissemina para os tecidos adjacentes. Já o carcinoma lobular, menos comum, tem origem nas células dos lóbulos mamários, e também pode ser in situ ou invasivo.

O carcinoma ductal ou o lobular in situ representam o estágio mais precoce do câncer de mama. Se não forem tratados, a tendência é evoluir para a forma invasora, disseminando-se para outras regiões da mama e, posteriormente, do corpo. Nessa fase, os tumores são muito pequenos (menores de 1 centímetro) para serem palpados, mas podem ser detectados na mamografia e curados em 95% dos casos.

TIPO INFLAMATÓRIO
O câncer de mama pode ser ainda do tipo inflamatório, que é uma forma de apresentação incomum dos carcinomas invasores. Ele costuma disseminar-se por toda a pele da mama, tornando-a avermelhada, quente e inchada devido à presença de células tumorais nos vasos linfáticos da pele.

Outros tipos de câncer de mama, bem mais raros, incluem a doença de Paget, que se inicia no mamilo; os linfomas, que acometem o sistema linfático da mama; e os sarcomas, que se originam no tecido conjuntivo (músculo ou gordura) da mama.

RECEPTORES HORMONAIS
Seja qual for o tipo, todos os tumores de mama devem ser testados quanto à presença de receptores para hormônios femininos (estrógeno e progesterona), que são proteínas localizadas na superfície externa da célula. Sua presença indica sensibilidade das células tumorais a esses hormônios. Trata-se de uma informação muito importante para definir que tipo de tratamento a paciente irá receber. Os tumores positivos para receptores hormonais geralmente crescem mais lentamente.

HER-2
Outro receptor cuja presença fará muita diferença no tratamento prescrito pelo médico é conhecido como HER-2. Trata-se de uma proteína, também situada na face externa da célula, que está presente em 25% dos casos de câncer de mama. Os tumores HER-2 positivos costumam ser mais agressivos, isto é, crescem e se disseminam mais rapidamente que outros tipos de câncer, e devem ser tratados com medicamentos específicos

CONHEÇA OS SEUS DIREITOS

A mulher com câncer de mama, bem como toda pessoa diagnosticada com qualquer tipo de câncer, goza de uma série de benefícios assegurados por lei, como saque integral do FGTS, auxílio-doença e isenção de IPVA, entre outros

É importante conhecer estes direitos porque eles podem amenizar algumas dificuldades, principalmente do ponto de vista financeiro, já que diversos cuidados essenciais ao longo do tratamento representam uma elevação dos gastos mensais e, consequentemente, uma redução do orçamento familiar.

A seguir, uma lista com a descrição dos direitos do cidadão com câncer. O detalhamento de cada um eles, incluindo os documentos necessários, podem ser encontrados no livro Câncer – Direito e Cidadania (Editora Arx, 2007), da advogada Antonieta Barbosa, que enfrentou a doença em 1998 e desde então se dedica a difundir este conhecimento entre os portadores de câncer. Mais informações no site da autora: www.antonietabarbosa.adv.br.

RECONSTRUÇÃO DA MAMA
O Sistema Único de Saúde é obrigado a realizar gratuitamente a cirurgia plástica de reconstrução mamária em mulheres que sofreram mutilação total ou parcial da mama decorrente de tratamento do câncer.

FGTS
É possível sacar o saldo total quando o titular ou os dependentes sofram da doença.

PIS
Assim como no FGTS, é permitido o saque total quando o titular ou os dependentes tenham o diagnóstico de câncer.

AUXÍLIO-DOENÇA
Pacientes com atestada incapacidade temporária para o trabalho podem requerer o benefício, desde que sejam segurados do INSS.

PREVIDÊNCIA PRIVADA
Uma vez previsto no contrato, o beneficiário tem direito a renda mensal se comprovada invalidez.

IMPOSTO DE RENDA
Benefícios de aposentadoria e pensão ficam isentos de IR.

FINANCIAMENTO DE IMÓVEL
Nos casos de invalidez permanente comprovada, o titular pode solicitar a quitação do imóvel financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

COMPRA DE AUTOMÓVEL
Mulheres que passaram por mastectomia ou pacientes que ficaram com deficiência nos membros superiores ou inferiores têm isenção de IPI, ICMS e IPVA na compra de veículos zero quilômetro com câmbio automático e direção hidráulica. Antes da compra, o paciente precisa requerer no Detran a Carteira de Habilitação Especial. O veículo também fica liberado do rodízio.

TRANSPORTE PÚBLICO
Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, os pacientes têm direito a passe livre nos ônibus e no metrô.

PROCESSOS NA JUSTIÇA
Pacientes em tratamento de câncer têm prioridade no julgamento de ações judiciais.

APOSENTADORIA POR INVALIDEZ
Vale apenas para os casos de invalidez permanente para o trabalho, atestada por perícia médica do INSS.

RENDA MENSAL VITALÍCIA
Pacientes que comprovarem não ter meios de prover sua família e nem de tê-la feita pela família, podem solicitar renda mensal vitalícia de um salário mínimo.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ETEC de Santana de Parnaíba abre inscrições para formação de cadastro de educadores


A Escola Técnica (ETEC) Professora Ermelinda Gianini Teixeira, em Santana de Parnaíba, abriu inscrições para o processo seletivo de educadores de diversas disciplinas para lecionar na instituição e, também, na classe descentralizada da ETEC Barueri (que será concluída até o final de outubro). Embora o quadro de docentes esteja completo, as unidades promovem o concurso com o intuito de formar um cadastro de profissionais da área.
Estão abertas inscrições para as seguintes áreas na ETEC de Santana de Parnaíba: organização curricular de Ensino Médio e Eixos tecnológicos nos setores de Gestão e Negócios (Habilitação Profissional técnica de nível médio em Logística); Informação e Comunicação (Habilitação Profissional técnica de nível médio em Informática) e Hospitalidade e Lazer (Habilitação Profissional técnica de nível médio em Turismo Receptivo).
Já a unidade de Barueri terá inscrições para docentes do Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança (Habilitação Profissional técnica de nível médio em Segurança do Trabalho e em Enfermagem).
Os requisitos de titulação para cada um destes componentes curriculares é estabelecido pelo Centro Paula Souza. Todas as exigências estão disponíveis no site do Centro Paula Souza www.cpscetec.com.br (clicar na barra de ferramentas do mesmo em “Catálogo de Requisitos”).
As inscrições serão recebidas no período de 13 de outubro a 05 de novembro. Elas devem ser efetuadas de segunda a sexta-feira, das 10 às 18h, na própria ETEC Professora Ermelinda Gianini Teixeira, localizada na Rua Fernão Dias Falcão, 196, no Centro de Santana de Parnaíba. Vale ressaltar, que o interessado deve estar munido de cópia do RG e cópia do diploma. Será cobrada taxa no valor de R$ 20,00, como ressarcimento de despesas com material e serviço.
Mais informações devem ser obtidas pessoalmente na ETEC ou pelos telefones 4154-7185 e 4154-7142.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Última rodada de conferência do clima acaba sem avanços e novos atritos EUA-China


A Conferência de Mudança Climática de Tianjin, última rodada de negociações antes da Cúpula de Cancún, finalizou neste sábado sem muitos avanços no diálogo e marcada, mais uma vez, por trocas de acusações entre nações desenvolvidas e emergentes, lideradas respectivamente pelos Estados Unidos e China.

O evento durou seis dias e reuniu 3.000 delegados de 194 países, em mais de uma centena de reuniões. Apesar do pioneirismo da conferência sobre mudança climática na China, no seio da ONU (Organização das Nações Unidas), o resultado foi apenas uma demonstração de vontade em adotar maior compromisso.

Prova dos poucos avanços conquistados foi o fato de que o discurso final diante da negociadora da ONU para Mudança Climática, a costa-riquenha Christiana Figueres, foi muito similar ao do dia da inauguração, pois ressaltou que se progrediu, ao menos, no financiamento por parte dos países ricos de programas para os países pobres.

"Fizeram-se os deveres para Cancún", disse a representante das Nações Unidas, sublinhando que Tianjin não estava organizada para conseguir acordos, mas para determinar pontos da negociação a serem tratados na reunião mexicana.

As trocas de acusações entre EUA e China mobilizaram a reunião. Outras nações emergentes como Índia e Brasil aproveitaram o embalo para acusar de falta de transparência os EUA contra o aquecimento global, enquanto Pequim culpa Washington pelo bloqueio das negociações.

"Existe falta de compromisso na hora de informar aos demais, algo que é uma questão-chave para conseguir o acordo", afirmou o chefe negociador dos EUA em Tianjin, Jonathan Pershing, quem afirmou que não há um equilíbrio entre o que buscam países desenvolvidos e em desenvolvimento, por isso que o diálogo está "em perigo".

O representante chinês, Su Wei, remexeu na ferida ao assinalar que "há países que quando não fazem nada, buscam uma cabeça de turco".

Os representantes fizeram certas concessões ao rival, e nesse sentido Pershing reconheceu a maior responsabilidade dos países desenvolvidos na luta contra a mudança climática, ao ter começado a contaminar décadas ou séculos antes.

Acrescentou que "não se deve dividir em duas caixas", países ricos e pobres, já que há nações em vias de desenvolvimento que pelo tamanho e momento econômico podem fazer mais, aludindo à China, Índia e Brasil.

A China elogiou seus esforços ambientais, mas ressaltou que está em um momento no qual "pode escolher desenvolver energias limpas e não o carvão", altamente poluente e que movimenta 70% da economia do gigante asiático.

O negociador chinês deu razão aos EUA em sua exigência sobre o relatório dos planos de mitigação, mas só no caso de que os países desenvolvidos financiem os projetos, não naqueles nos quais não há fundos externos.

A representante das Nações Unidas tentou minimizar o enfrentamento entre os países mais poluentes do mundo, que concentram quase 50% das emissões de dióxido de carbono.

"EUA e China confirmaram neste ano seus compromissos. Se ambos mutuamente se acusam de falta de clareza, será uma conversa que deverão ter entre eles", sugeriu Figueres.

Entre a troca de acusações, a União Europeia quase passou despercebida, embora a delegação dos 27 negou que esteja adotando um papel secundário nas negociações.

"A UE é a única região no mundo com legislação vinculativa de redução de emissões, contemplando inclusive obrigações de longo prazo, posteriores a 2020", destacou Jürgen Lefevre, um dos chefes da equipe negociador europeia.

Nas negociações participaram a chanceler do México, Patricia Espinosa, anfitriã da Cúpula de Cancún (de 29 de novembro a 10 de dezembro). "Confiamos em que Cancún inicie uma nova era na cooperação climática", ressaltou a mexicana.

"Nem EUA, nem a UE, nem Japão reduziram suas ambições, e os países em desenvolvimento não escondem que terão um importante papel", concluiu Espinosa, quem acrescentou que o México fará todos os esforços possíveis para conseguir que a reunião caribenha alcance êxito.

Em Cancún procura-se conquistar uma continuação ao Protocolo de Kioto, que finaliza em 2012.

Kioto não obrigava as nações em desenvolvimento a reduzir emissões, mas, segundo a postura de países como os EUA - que não ratificou esse protocolo --a situação uma década depois exige que as nações emergentes se envolvam mais, porque só o esforço das nações ricas não bastará para salvar o planeta.

Fonte: Folhaonline em 13/10/2010

Conheça a Vereadora Maria Helena


Maria Helena Toledo Arruda Santos

Formada em Administração de Empresas e em Ciências Contábeis pela Faculdade Ítalo-Brasileira, Maria Helena cumpre o seu primeiro mandato como vereadora.

Moradora de Alphaville desde 1991, Maria Helena que pertence ao grupo de vereadoras do Legislativo do município também é diretora de Segurança da Sociedade Alphaville Tamboré (SIA), é Diretora de Meio Ambiente da Liga das Mulheres Eleitoras do Brasil (LIBRA) e integrante do Conselho de Ética e Disciplina do Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG) de Santana de Parnaíba.

Como vereadora do DEM já apresentou 10 projetos, sendo que sete foram aprovados pela Câmara, e quatro já foram sancionados pelo Executivo:

• Projeto de Lei nº 062/2009 (Lei nº 2984/2009), elaborado juntamente com o Presidente, Vereador Régis Salles, a respeito do armazenamento e responsabilidade pela destinação final de todo esgoto residencial armazenado nas residências dentro de condomínios do Município;

• Projeto de Lei nº 090/2009 (Lei nº 3002/2009) que trata da coleta, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final de lixo tecnológico;

• Projeto de Lei nº 091/2009 (Lei nº 3003/2009) que institui o Programa Municipal de Orientação e Incentivo à manufatura, comércio e uso de sacos, embalagens e recipientes de materiais não poluentes, de características degradáveis ou recicláveis; e

• Projeto de Lei nº 021/2010 (Lei nº 3044/2010) que dispõe sobre a obrigatoriedade de serem franqueadas ao consumidor o acesso às instalações de manuseio e preparo de alimentação nos restaurantes, bares, hotéis e similares do ramo de panificação, confeitarias e supermercados do Município.

Neste seu primeiro mandato como vereadora, vem realizando visitas em todos os residenciais e condomínios de Alphaville/Tamboré e com todos os munícipes que a procuram, mantendo um canal direto com todos eles.

Maria Helena desenvolve ainda projetos de capacitação profissional, prevenção às drogas e castração de animais domésticos.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O Planeta agradece!

Excelente idéia....que tal aderirmos e passarmos a idéia pra frente?

Dia desses, quando recusei a sacolinha plástica numa loja, ouvi da moça do caixa: mas como você faz com o seu lixo? Não foi a primeira vez que me perguntaram isso. A grande justificativa das pessoas que dizem que "precisam" das sacolinhas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo? Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório). Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro (absorventes, fio dental, cotonetes), o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A ideia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo. Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:

Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.



Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, mantendo a base para baixo.



Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.



Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.



Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:



Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.



Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.



Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:



Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!




É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!



Que tal?



Pode parecer complicado vendo as fotos e lendo as instruções, mas faça uma vez seguindo o passo a passo e você vai ver que depois de fazer um ou dois você pega o jeito e a coisa fica muito muito simples. Daí é só deixar vários preparados depois de ler o jornal de domingo